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NOVENÁRIO DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO – TEIXEIRA DE FREITAS

A Paróquia de São José Operário em Teixeira de Freitas convida aos fieis a participarem dos festejos ao glorioso padroeiro que acontece entre os dias 22/04 à 01/05.

Participe!

FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO – ITABATÃ

A Paróquia de São José Operário na cidade de Itabatã convida a todos a participarem dos festejos ao glorioso padroeiro que acontece entre os dias 21/04 à 01/05.

Participe!

NOVOS HORÁRIOS PARA CELEBRAÇÃO

Atenção para os novos horários de Celebração da Santa Missa.

CAPELA DE ADORAÇÃO:

De Segunda a Quinta – feira:

MISSA ÀS 7h DA MANHÃ

 

CATEDRAL SÃO PEDRO

Sexta – feira: MISSA ÀS 12h

Sábado: MISSA ÀS 7h da Manhã

Domingo: MISSA ÁS 7h, 10h e 18h

 

 

Misericórdia, lugar dos pecadores

Devemos aspirar à misericórdia do Senhor

O Senhor deseja que a Misericórdia d’Ele aconteça conosco. É lindo como é inspirado o calendário litúrgico! Hoje é o dia em que o Senhor se dispõe a derramar Sua Misericórdia, que é infinita, e foi Ele quem a revelou a Santa Faustina. Papa João Paulo II instituiu a Festa da Misericórdia e faleceu na véspera de uma destas festas. As festas litúrgicas começam a ser comemoradas na véspera, então, a partir das seis horas, começa a solenidade.

 

Já começada a Festa da Misericórdia, o Senhor leva o Papa João Paulo II. Deus tinha uma escolha toda especial. Hoje, ele [João Paulo II] intercede por todas as pessoas, para que se abram à Misericórdia. São Paulo nos diz em I Timóteo 1,12ss: “Graças àquele que me deu forças, Jesus Cristo nosso Senhor, porque me julgou digno de confiança e me chamou ao ministério, a mim que outrora era blasfemo, perseguidor e injuriador. Mas alcancei misericórdia, porque ainda não tinha recebido a fé e o fazia por ignorância”. Paulo blasfemava contra os cristãos e os perseguiu.

Jesus diz a ele: “Saulo, Saulo por que me persegues? (Atos 9,4). Quantas injúrias ele fez a Jesus. O Senhor conhece sua vida e sabe tudo o que fez. Sabe dos maus caminhos que você está seguindo, seus pecados e da dureza de seu coração. Ele sabe do seu passado e do seu presente, e agora o Senhor vem salvá-lo. Aí está a Misericórdia do Pai ao realizar a salvação em Jesus. Você pode até dizer: “Andei por caminhos errados, mas o Senhor estava comigo”. Jesus está com você. Pensamos que quando ‘pisamos na bola’ Ele se esquece de nós. Mas não, ao contrário disso, Ele está bem perto. Se isso está arraigado em você, que o Senhor tire essa mentalidade.

Aí está a Misericórdia d’Ele: O coração de Jesus se encontra com a nossa miséria. A você que teve a graça de ter um encontro pessoal com Jesus, esse momento inesquecível que o Senhor penetra e muda o rumo de sua vida, Ele vem com tanta misericórdia e perdão, que acolhemos. Se você ainda não teve esta graça, faça isso hoje. Ele está trabalhando em seu coração, não deixe para depois, Jesus está tomando seu coração nas mãos d’Ele. A misericórdia é o lugar dos pecadores.

Diz Santa Faustina no n. 1146 de seu Diário: “Coloquem a Esperança na minha misericórdia os maiores pecadores. Eles têm mais direito do que os outros à confiança no abismo da minha misericórdia. Minha filha, escreve sobre a minha misericórdia para as almas atribuladas. Causam-me prazer as almas que recorrem à minha misericórdia. A estas almas concedo graças que excedem os seus pedidos. Não posso castigar, mesmo o maior dos pecadores, se ele recorre á minha compaixão, mas o justifico na minha insondável e inescrutável misericórdia. Escreve: Antes de vir como justo juiz, abro de par em par as portas da minha misericórdia. Quem não quiser passar pela porta de misericórdia, terá que passar pela porta da minha justiça.”

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Pe. Edivaldo é eleito administrador diocesano

O colégio de consultores da Diocese de Teixeira de Freitas / Caravelas se reuniu às 11 horas da manhã, deste sábado, dia 08 de abril, nas dependências da casa paroquial da São José Operário em Teixeira de Freitas para eleger o novo Administrador Diocesano.

Foi eleito, por unanimidade, o Padre Edivaldo Oliveira Santana, atual Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Itamaraju.

Rezemos pelo Padre Edivaldo e pelo Colégio de Consultores para que a diocese de Teixeira de Freitas/Caravelas continue dando passos seguros para o Crescimento da Igreja e Difusão  do Evangelho.

Por: Pascom Diocesana

Curso de Noivos para Casais Conviventes

Acontecerá na Catedral São Pedro nos dias 29 e 30 de Abril o curso de noivos para casais conviventes.

Aqueles que podem e querer casar devem procurar a Secretaria Paroquial para fazerem suas inscrições.

 

VIA SACRA

O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente a Paixão do Senhor.

Participe!

Mensagem do Papa para a Quaresma pede que fiéis abram as portas do coração aos mais pobres

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017 Terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

 

A Palavra é um dom. O outro é um dom

A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor, destaca o texto

Com o título “A Palavra é um dom. O outro é um dom”, foi publicada a mensagem do papa Francisco para a Quaresma de 2017. O Pontífice pede no documento que os fieis abram as portas do coração aos mais pobres e que se deixem inspirar por esta página tão significativa, que dá a chave para compreender como se deve agir para alcançar a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando a uma sincera conversão. O texto destaca também que a Quaresma é o momento favorável para intensificação da vida espiritual através dos meios santos que a Igreja propõe: o jejum, a oração e a esmola.

CONFIRA:

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

  1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

  1. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

  1. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016. Francisco

FONTE: CNBB

Dom Carlos Alberto assume a Diocese de Itabuna – Ba

Após aceitar o pedido de renúncia ao governo pastoral da diocese de Itabuna apresentado por Dom Czeslaw Stanula, o Papa Francisco nomeou como novo bispo diocesano, dom Carlos Alberto dos Santos, que atualmente é bispo da diocese de Teixeira de Freitas / Caravelas.

A partir desta data a Diocese de Teixeira de Freitas fica vacante, contudo, dom Carlos Alberto continua como administrador diocesano até dia 07 de abril de 2017, quando toma posse em Itabuna.

O Colégio de Consultores da Diocese composto pelos padres Edivaldo Oliveira Santana, Antonio Gilberto de Oliveira, Ronaldo Cardoso de Oliveira, Isael da Silva, Roberto Pereira da Silva e Ariston Domingues Araújo deverá eleger um administrador para conduzir temporariamente a diocese até que a Santa Sé realize a nomeação do novo bispo.

Após a nomeação de dom Carlos Alberto dos Santos para a diocese de Itabuna, nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma saudação ao bispo. No texto, assinado pelo bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência, dom Leonardo Ulrich Steiner, é manifestado o desejo de uma missão cheia de frutos. Leia na íntegra.

Por: PASCOM Diocesana.
Fonte: CNBB.

Texto-base da CF 2017

Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação.

Com o objetivo de ajudar às famílias, comunidades e pessoas de boa vontade a vivenciarem a iniciativa, o texto-base da CF aponta uma série de atividades que ajudarão a colocar em prática as propostas incentivadas pela Campanha. Além disso, ele também propõe ações de caráter geral, que indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Como exemplo dessas ações estão o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela CF. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é proposto com o objetivo de suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio chama atenção ainda para a necessidade de a população defender o desmatamento zero para todos os biomas e sua composição florestal.

Já no campo político, o texto-base da CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. O livro também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, especialmente, em relação às enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

Tendo em vista as formas de ‘agir’ propostas no texto-base da CF 2017, a CNBB destaca que é importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação com os povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro.

“A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”, afirma o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Os materiais da CF podem ser adquiridos no site da Edições CNBB.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20066:texto-base-da-cf-2017-aponta-acoes-para-o-cuidado-e-cultivo-da-casa-comum-no-tempo-quaresmal&catid=16&Itemid=191

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