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Mutirão de Confissões

Tradicionalmente a nossa diocese realiza um mutirão de confissões entre os seus setores, para atender às confissões dos fiéis que desejam se preparar para a Páscoa.

Neste ano acontecerá em nossa Catedral no dia 23/03 ás 19h.

Participe!

 

Veja a programação completa:

20 de Março: (Segunda- feira)
Paróquia São José Operário

21 de Março: (Terça – feira)
Paróquia Santo Antônio

22 de Março: (Quarta – feira)
Paróquia São Paulo Apóstolo e Quase Paróquia Santo Antônio

23 de Março: (Quinta – feira)
Catedral São Pedro

24 de Março: (Sexta – feira)
Paróquia São Francisco de Assis

27 de Março: (Segunda – feira)
Paróquia Nossa Senhora das Graças

28 de Março: (Terça – feira)
Paróquia São Sebastião

29 de Março: (Quarta – feira)
Paróquia Santa Rita de Cássia

30 de Março: (Quinta – feira)
Paróquia Imaculada Conceição

 

Inauguração da Nova Catedral Diocesana – Dedicação da Igreja e do Altar

No dia 05 de abril de 2017 a Diocese de Teixeira de Freitas / Caravelas se reunirá na Nova Catedral Diocesana, às 19:30h, para um momento muito importante: será realizado o Rito de Dedicação da igreja e do Altar.

Esta solenidade, muito antiga na tradição da Igreja, será presidida pelo administrador diocesano, Dom Carlos Alberto, e será composta por quatro momentos muito peculiares:

– Unção do altar e das paredes da igreja com o óleo do Crisma, tornando o altar símbolo de Cristo, o “Ungido”, e dedicando a igreja totalmente e para sempre ao culto cristão.
– O incenso é queimado sobre o altar para significar que o sacrifício de Cristo, que aí se perpetua de maneira sacramental, sobe para Deus em odor de suavidade.
– O revestimento do altar indicando que o altar cristão é a ara do Sacrifício Eucarístico e a mesa do Senhor, em volta da qual os sacerdotes e os fiéis celebram o Memorial da morte e ressurreição de Cristo e comem a ceia do Senhor. Por isso, o altar é preparado e festivamente ornado.
– A iluminação do altar fazendo recordar que Cristo é “Luz para se revelar às nações”, cuja claridade resplandece a Igreja e por ela toda a família humana.

A Celebração Eucarística ocorre logo após o rito da dedicação, agora as partículas são consagradas sobre o altar recém ungido, definitivamente fixo, tendo a superfície de pedra e base de madeira.

O rito de Dedicação da igreja e do Altar marca a inauguração da Nova Catedral Diocesana, a qual começará a receber missas de forma regular a partir de então.

Não deixe de participar deste lindo e sublime momento. Caso não possa comparecer, toda a celebração será transmitida ao vivo pelas redes sociais de nossa diocese.

Por PASCOM Diocesana
Fonte: Dedicação da igreja e do altar. Pontifical Romano – Conferência Episcopal Portuguesa.

VIA SACRA

O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente a Paixão do Senhor.

Participe!

Mensagem do Papa para a Quaresma pede que fiéis abram as portas do coração aos mais pobres

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017 Terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

 

A Palavra é um dom. O outro é um dom

A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor, destaca o texto

Com o título “A Palavra é um dom. O outro é um dom”, foi publicada a mensagem do papa Francisco para a Quaresma de 2017. O Pontífice pede no documento que os fieis abram as portas do coração aos mais pobres e que se deixem inspirar por esta página tão significativa, que dá a chave para compreender como se deve agir para alcançar a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando a uma sincera conversão. O texto destaca também que a Quaresma é o momento favorável para intensificação da vida espiritual através dos meios santos que a Igreja propõe: o jejum, a oração e a esmola.

CONFIRA:

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

  1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

  1. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

  1. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016. Francisco

FONTE: CNBB

Dom Carlos Alberto assume a Diocese de Itabuna – Ba

Após aceitar o pedido de renúncia ao governo pastoral da diocese de Itabuna apresentado por Dom Czeslaw Stanula, o Papa Francisco nomeou como novo bispo diocesano, dom Carlos Alberto dos Santos, que atualmente é bispo da diocese de Teixeira de Freitas / Caravelas.

A partir desta data a Diocese de Teixeira de Freitas fica vacante, contudo, dom Carlos Alberto continua como administrador diocesano até dia 07 de abril de 2017, quando toma posse em Itabuna.

O Colégio de Consultores da Diocese composto pelos padres Edivaldo Oliveira Santana, Antonio Gilberto de Oliveira, Ronaldo Cardoso de Oliveira, Isael da Silva, Roberto Pereira da Silva e Ariston Domingues Araújo deverá eleger um administrador para conduzir temporariamente a diocese até que a Santa Sé realize a nomeação do novo bispo.

Após a nomeação de dom Carlos Alberto dos Santos para a diocese de Itabuna, nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma saudação ao bispo. No texto, assinado pelo bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência, dom Leonardo Ulrich Steiner, é manifestado o desejo de uma missão cheia de frutos. Leia na íntegra.

Por: PASCOM Diocesana.
Fonte: CNBB.

Texto-base da CF 2017

Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação.

Com o objetivo de ajudar às famílias, comunidades e pessoas de boa vontade a vivenciarem a iniciativa, o texto-base da CF aponta uma série de atividades que ajudarão a colocar em prática as propostas incentivadas pela Campanha. Além disso, ele também propõe ações de caráter geral, que indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Como exemplo dessas ações estão o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela CF. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é proposto com o objetivo de suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio chama atenção ainda para a necessidade de a população defender o desmatamento zero para todos os biomas e sua composição florestal.

Já no campo político, o texto-base da CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. O livro também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, especialmente, em relação às enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

Tendo em vista as formas de ‘agir’ propostas no texto-base da CF 2017, a CNBB destaca que é importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação com os povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro.

“A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”, afirma o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Os materiais da CF podem ser adquiridos no site da Edições CNBB.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20066:texto-base-da-cf-2017-aponta-acoes-para-o-cuidado-e-cultivo-da-casa-comum-no-tempo-quaresmal&catid=16&Itemid=191

Disponível o Anuário Diocesano 2017

Tenho a alegria de levar ao conhecimento de todos, o nosso Anuário Diocesano 2017, com informações importantes para o nosso trabalho pastoral. Seu objetivo é ser um guia e um facilitador da comunicação entre as diversas instâncias, ministros e agentes de pastoral, e também e possibilite às pessoas conhecerem melhor a nossa Diocese.

O Anuário é fruto do nosso desejo de agir, seguindo a exortação do Apóstolo de prosseguir decididamente (Fl 3,16) e o mandato do Senhor de anunciar o seu reino a todos os povos, tendo a certeza que Ele coopera conosco em nossa missão (Cf. Mc 16,15-20).

Também neste ano mariano, em que comemoramos os 300 anos da manifestação milagrosa de Nossa Senhora da Conceição da Aparecida e também os 100 anos de sua aparição em Fátima, desejamos trilhar seu caminho de humildade e de verdadeira doação a Cristo e a seus irmãos. Consagremo-nos a Ela com nossa vida e nossos planos!

Desejamos que todos possam cooperar uns com os outros, numa verdadeira comunhão fraterna, formando a unidade da comunidade eclesial que manifesta pela fé, pela esperança e pelo amor a presença do Senhor em nosso meio.
Que o Senhor da messe nos anime e plenifique com seu Espírito Santo para que todas as nossas ações sejam conforme a sua vontade. Que São Pedro, nosso padroeiro interceda por nós em nossa caminhada.
Deus abençoe a todos!

Dom Carlos Alberto dos Santos
Bispo Diocesano

Faça o download do anuário completo aqui.

http://dioceseteixeiradefreitas.com.br/noticias_destaque/disponivel-o-anuario-diocesano-2017/

Ordenação Diaconal

É com grande alegria que o Seminarista José Ricardo convida todos os diocesanos a participarem de sua ordenação diaconal, que acontecerá na Paróquia Santa Rita de Cássia, às 19h do dia 30/01/2017.

Abertas as incrições para Catequese.

Estão abertas as incrições para Catequese 2017 na secretaria paroquial.

Segue abaixo os documentos necessários para participar, demais informações podem ser consultadas pelo telefone

(73) 3291-2130

 

Infanto à 2º ano de Eucaristia.
• Batizado: Certidão de nascimento, Certidão de batismo e comprovante de residência.
• Sem batismo: Certidão de nascimento e comprovante de residência.

Perseverança á Adolescência
• Certidão de nascimento, comprovante de Eucaristia, comprovante de batismo e comprovante de residência.

Catecumenato

• Sem Batismo a partir de 14 anos: Certidão de nascimento e comprovante de residência.

 

Crisma
• Batizado a partir de 14 anos: Certidão de nascimento, comprovante de Eucaristia, comprovante de batismo e comprovante de residência.

Divulgada a data da JMJ 2019

Em entrevista coletiva o Arcebispo do Panamá,  Sr. Dom José Domingo Ulloa Mendieta, anuncio a data que acontecerá a 34ª  Jornada Mundial da Juventude no Panamá.

Dos dias 22 à 27/01/2019 a cidade receberá milhares de jovens oriundos de diversos países que se reuem para encontrar com o sucessor de Pedro nesta terra, afim de renderem graças a Jesus Cristo.

Acompanhe:  http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20154:arcebispo-do-panama-divulga-data-da-jmj-2019&catid=147:internacional&Itemid=185

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