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VEM AÍ: FESTA DE SÃO PEDRO

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Venha participar conosco de 20 a 29 de junho do novenário em honra ao glorioso São Pedro, Padroeiro da Diocese e da cidade de Teixeira de Freitas.

Neste ano meditaremos o Tema: Virtudes Teologais e Cardeais.

Todos os dias teremos barraquinhas e música ao vivo.
Sua presença é muito importante.
Participe!

Horários:

De Segunda a Sexta: Missa às 19:30h
Sábado: Missa às 19:00h
Domingo: Missa às 18:00h.


Local: Catedral São Pedro.

 

Data Horário  

Celebrante

 

20 – 06 19:30h Padre Raul Felipe

 

21-06 19:30h Padre Rogério

 

22-06 19:30h Frei Beto

 

23-06 19:30h Padre Wagner

 

24-06 19:00h Padre Paulo César

 

25-06 18:00h Padre Aldomiro

 

26-06 19:30h Padre Fabiano

 

27-06 19:30h Padre Ariston

 

28-06 19:30h Padre Junior

 

29-06 07:00h Padre Isael

 

29-06 18:00h Padre Edivaldo

 

CATEDRAL SÃO PEDRO REALIZA CAFÉ DA MANHÃ

Neste domingo 18 de Junho no pátio da Catedral São Pedro foi realizado um café da manhã em prol da festa do Padroeiro que inicia no dia 20 e vai até o dia 29 deste mês.

 

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Toda comunidade se reuniu para ajudar nos trabalhos afim de que tudo seja realizado conforme a bondade de Deus.

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CATEDRAL SÃO PEDRO REALIZA ALMOÇO

Como é de costume em todos os anos para iniciar o Novenário em honra ao Padroeiro, a Catedral São Pedro promove um delicioso almoço para toda comunidade afim de que haja confraternização e comunhão entre todos.

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Neste domingo 11/06 centenas de pessoas se reuniram no Salão da Capela de Adoração para viverem mais uma vez este momento, degustando de um bom churrasco feito pelos paroquianos da Catedral.

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Na ocasião foi sorteado um carneiro, que havia sido doado.
Deus abençoe a cada um que colaborou e veio participar conosco!

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Dom Carlos Alberto é homenageado na Revista Perfil

Com entrevista do líder religioso que passou 11 anos e meio à frente da Diocese de Teixeira de Freitas, a revista traz detalhes de sua vida religiosa.

A 13ª edição da Revista Perfil tem um valor histórico muito significativo para a comunidade católica do Extremo Sul da Bahia. A nova capa traz o Bispo Dom Carlos Alberto dos Santos, que recentemente se despediu da Diocese de Teixeira de Freitas após 11 anos e meio de serviço. A reportagem especial conta alguns detalhes da vida do Bispo, desde quando ainda era um menino em Sergipe e já atuava como coroinha, sempre integrado à religiosidade. O relato fala sobre a época do seminário, a ordenação, os 22 anos como Padre e, finalmente, a nomeação como Bispo. Agora, ele já se encontra alocado na Diocese de Itabuna, onde planeja fazer um trabalho tão minucioso e importante quanto o que desenvolveu em Teixeira de Freitas. Para quem recebe o sergipano, uma grande expectativa, e para quem ficou, a saudade.

Pensando em homenageá-lo pelos anos de serviço prestados à comunidade e desejar boa sorte na futura caminhada, a Revista Perfil compilou toda a sua trajetória em um texto interessante, permeado por muitas fotos que foram tiradas ao longo dos anos. Além disso, a 13ª edição inicia o ciclo de uma coleção, e depois da reportagem do Bispo, a revista contará as histórias de todas as Paróquias da cidade, uma por edição. Um presente muito especial para a comunidade católica teixeirense. As revistas já estão disponíveis para venda nas Paróquias e nas bancas, por R$15,00 cada exemplar. Além de conhecer a história e guardar uma recordação do Bispo Dom Carlos, comprando a revista você ajuda a dar continuidade ao trabalho da Diocese, já que parte do valor da venda será revertido para as igrejas.

Serviço

Revista Perfil – 13ª edição

Valor – R$15,00

Local de venda: Paróquias da Diocese Teixeira de Freitas, bancas de revistas e sede da Revista Perfil (Rua Antônio Simplício de Barros, 322, Centro, em frente ao novo Teixeirão)

Telefone: 73 3016-1190 / 99934-6103

Email: revistaperfiltx@gmail.com

Facebook: /arevistaperfil

Instagram: @arevistaperfil

ROMARIA À COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA

Para comemorar os 300 anos da Aparição da Imagem de Nossa Senhora Aparecida , o Pe. Roberto, pároco da Catedral convidou as pastorais e movimentos neste mês de Maio, dedicado a Maria, que a cada domingo, uma ou mais pastorais se reúnam e façam uma Caminhada Mariana em direção a comunidade de Nossa Senhora Aparecida pertencente a Catedral São Pedro, afim de que prosperem e mostrem o amor a Mãe de Jesus.

 

Qual o significado das velas na Santa Missa?

A rica simbologia das velas justifica o fato de a Igreja ainda manter este tradicional elemento litúrgico nas celebrações

Cada vela se compõe de: cera, pavio e fogo, simbolizando as três Pessoas da Santíssima Trindade. A cera simboliza o Pai; o pavio, o Filho e o fogo, o Espírito Santo.

A vela sozinha acesa simboliza Cristo Nosso Senhor, porque a cera significa a sua Carne e o fogo, a Divindade.

As duas velas colocadas no altar, mandadas pelo ritual romano, têm sua origem no Antigo Testamento, quando o Rei Salomão fez dois castiçais de ouro e os pôs no altar do templo, um de cada lado (Êxodo, 25). Nesse capítulo, fala-se do candelabro que Deus mandou fazer para o templo.

Desde então foi sombra (ou figura) para a Lei da Graça, porque Cristo, na noite da Ceia, também dispôs as luzes para este sacrifício. Os dois candelabros representam o povo gentio e o povo judeu.

O fogo simboliza a Fé. Simboliza também a alegria dos povos no nascimento do Senhor. Também simboliza Cristo, que disse: “Eu sou a luz do mundo”.

A Missa é para iluminar, e os ministros (sacerdotes) são iluminados. A luz dos castiçais simboliza a fé do povo.

Foi o Papa Melquíades quem mandou usar dois castiçais. Ele governou a Igreja de 311 a 314. Muitas velas na Missa simbolizam a Fé dos assistentes.

Acendem-se velas — diz Santo Agostinho, em seus sermões: “Para Cristo acender, em nossos corações, o fogo de sua ardente caridade e amor, porque, por amar-nos tanto, padeceu até morrer na cruz”.

É tradição apostólica não celebrar missa sem o crucifixo. Coloca-se a cruz no meio do altar entre dois castiçais, porque significam o povo gentio e o judeu, dos quais Ele foi mediador.

FONTE: dioceseteixeiradefreitas.com.br

 

ALMOÇO DA CATEDRAL

Acontecerá o tradicional almoço da Catedral São Pedro, tendo em vista o inicio da festa do Padroeiro.

O almoço acontecerá no salão da Capela de Adoração localizado na Praça dos Leões, no dia 11/06 às 12h.

O bilhete pode ser adquirido na secretaria paroquial.

OBS: Não haverá marmitex.

NOVOS HORÁRIOS PARA CELEBRAÇÃO

Atenção para os novos horários de Celebração da Santa Missa.

CAPELA DE ADORAÇÃO:

De Segunda a Quinta – feira:

MISSA ÀS 7h DA MANHÃ

 

CATEDRAL SÃO PEDRO

Sexta – feira: MISSA ÀS 12h

Sábado: MISSA ÀS 7h da Manhã

Domingo: MISSA ÁS 7h, 10h e 18h

 

 

VIA SACRA

O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente a Paixão do Senhor.

Participe!

Mensagem do Papa para a Quaresma pede que fiéis abram as portas do coração aos mais pobres

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017 Terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

 

A Palavra é um dom. O outro é um dom

A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor, destaca o texto

Com o título “A Palavra é um dom. O outro é um dom”, foi publicada a mensagem do papa Francisco para a Quaresma de 2017. O Pontífice pede no documento que os fieis abram as portas do coração aos mais pobres e que se deixem inspirar por esta página tão significativa, que dá a chave para compreender como se deve agir para alcançar a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando a uma sincera conversão. O texto destaca também que a Quaresma é o momento favorável para intensificação da vida espiritual através dos meios santos que a Igreja propõe: o jejum, a oração e a esmola.

CONFIRA:

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

  1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

  1. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

  1. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016. Francisco

FONTE: CNBB

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